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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

La Niña aumenta a incidência de raios no Rio

O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) informou que este ano será de forte incidência de raios no Rio de Janeiro, isso devido ao fenômeno climático La Niña, que resfria as águas do oceano Pacífico e altera a circulação dos ventos na América do Sul.

Devemos ter precaução contra raios, principalmente na época do verão. Até hoje, segundo o Inpe, no Estado do Rio, foram registradas 20 mil descargas elétricas. No mesmo período do ano passado, o número foi bem menor: 1.570 ocorrências de raios.

O fenômeno La Niña é o motivo do aumento de raios no Rio. Ele representa o resfriamento das águas na região do Pacífico Equatorial, que começa na costa do Peru e vai até a Ásia. Esse resfriamento altera a circulação dos ventos da atmosfera na América do Sul, o que causa efeito em todas as regiões do país, menos no sul.




O mesmo fenômeno aconteceu no ano passado, mas é a primeira vez que ele ocorre em menos de um ano. Geralmente a La Niña ocorre entre três e sete anos. Agora, a diferença foi de quase um ano. Antes de 2008, temos o registro do fenômeno apenas em 2001.

O Inpe informou que ocorre em média a queda de 50 milhões de raios por ano. No ano passado, o Brasil foi atingido por 60 milhões de descargas elétricas, segundo o instituto. O Estado de São Paulo foi o recordista com o maior número de raios.

Aumento de Mortes

De acordo com o Inpe, o Brasil registrou 11 mortes causadas por raios nas três primeiras semanas deste mês. Já no mesmo período do ano passado, nove pessoas morreram pela mesma causa.

Em caso de chuvas com raios as pessoas devem evitar ficar em áreas abertas como praias e campos de futebol. O ideal é buscar abrigo em locais fechados como em uma residência ou em carros.
Se você não tem como buscar abrigo, deve se afastar da água e de objetos metálicos. Barracas de camping também não são seguras. Já dentro de casa, deve se evitar falar no telefone com fio e no celular que estiver com o carregador ligado na rede elétrica.

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domingo, 25 de janeiro de 2009

Uma festa de físicos famosos

Um dia, todos os físicos famosos do mundo decidiram se juntar para uma
festinha. Felizmente, Teobaldo, que estava na porta, era um estudante de
graduação, e pode observar algumas coisas:

Todos gravitaram ao redor de Newton, mas ele só ficou se movimentando por
ali a uma velocidade constante e não mostrou reação.

Einstein achou que aquele era um momento relativamente bom.

Coulomb ficou com uma grande carga da coisa toda.

Cauchy, sendo o único matemático ali, ainda tentava se
integrar bem com todo mundo.

Pascal estava sob muita pressão para se divertir.

Ohm passou a maior parte do tempo resistindo às opiniões de

Ampère sobre os eventos correntes.

Volt pensou que a vida social tinha muito potencial.

Heisenberg podia estar ali ou não.

Todo mundo ficou atraído pela personalidade magnética de Tesla.

Bohr comeu demais e ficou com uma dor atômica.

Watt se tornou um potente orador.

Hertz voltou à mesa de buffet várias vezes por minuto.

Faraday tinha uma bela capacidade para comida.

Oppenheimer tomou bomba.


(fonte: newsgroup uol.carreiras.fisica )

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sábado, 24 de janeiro de 2009

Frases

"Só duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana, e só tenho dúvidas quanto ao universo."
Albert Einstein
(fonte: goble@infonaut.com (Clark Goble))

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"Senso comum é uma coleção de preconceitos adquiridos aos 18 anos."
Albert Einstein
(fonte: Colin_Douthwaite@equinox.gen.nz (Colin Douthwaite))

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"Você realmente não entende algo se não consegue explicá-lo para sua vó."
Albert Einstein
(fonte: sue@dnai.com (Sue Reinhold))

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A inteligência ao serviço da simplicidade

Quando a NASA começou a enviar astronautas para o espaço, rapidamente verificou que as vulgares canetas esferográficas não funcionavam em condições de gravidade zero*.
Para combater este problema, os cientistas da NASA realizaram
estudos orçados em cerca de 12 milhões de dólares e durante 10 anos
desenvolveram uma caneta especial capaz de escrever em gravidade
zero, de pernas pro ar, debaixo de água, em praticamente todas as
superfícies incluindo vidro e a temperaturas que vão desde os 20°
abaixo de zero ate aos 180° Celsius.

Os Russos utilizam lápis.**



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*Gravidade zero não é um termo muito adequado.
**Esta história é provavelmente uma brincadeira. :)

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Novas instruções

Com o avanço da física as empresas terão que colocar novas instruções nos seus produtos. Abaixo seguem alguns exemplos:

-- este produto causa deformações no espaço tempo.

-- este produto atrai todas as coisas ao seu redor com uma força proporcional ao produto das massas e inversamenente proporcional com a distancia entre eles.

-- a massa deste produto contem energia correspondente a 85 milhões de toneladas de dinamite.

-- por causa do "princípio da incerteza" é impossível descobrir, ao mesmo tempo, onde o produto está e com que velocidade ele está se movendo.

-- há uma chance muito pequena, mas não nula de que através do processo de tunelamento este produto possa espontaneamente desaparecer deste local e reaparecer em algum lugar do universo. Incluindo a a casa de seu vizinho. O fabricante não é responsável por qualquer consequência deste fenômeno.

-- este produto é feito de 100% de matéria, evite contato deste com anti-matéria. Pois o resultado seria a liberação de uma grande quantidade de energia.

-- o uso deste produto de alguma forma irreversivel causará sempre algum aumento de entropia no universo.

-- este produto possui 99.9999999999% de espaço vazio.

-- só garantimos este produto para comportamentos em espaços tridimensionais, quaiser outras alterações devido a outras dimensões não estão na garantia.

-- algumas teorias da física quântica afirmam que quando o consumidor não está observando diretamente o produto, este último pode deixar de existir ou então passará a existir em um estado indeterminado.

-- tenha cuidado ao levantar este produto, pois sua massa e portanto seu peso dependem da velocidade relativa do usuário.

-- o universo em que este produto está inserido pode em algum momento colapsar em um ponto singular e em seguida dar origem a um outro universo. Apresença deste produto no novo sistema não é garantida.


http://www.humornaciencia.com.br

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Piadas

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P: Você sabe porque que o Heisenberg nunca teve filhos?
R: Porque quando ele acertava o momento, errava a posição, e quando acertava a posição, errava o momento!!!
(fonte: Casillas- IRC)


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Heisenberg é parado por um policial por excesso de velocidade.
“Você faz idéia de quão rápido você estava indo ?”, pergunta o guarda.
“Não. Mas eu sei exatamente onde eu estou!”

Fonte: http://wendel.scardua.net/2006/09/23/perolas-do-slashdot-23/

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P:voce acha um eletron e leva ele pra casa. Qual o nome dele?
R: Eletrondoméstico

(sugestão de Fabiano S.)
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Einstein joga a mulher na cama, e fica nu. O que a mulher falou para ele?

Uau, que físico!

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A luz não existe, é uma ilusão de ótica!
(fonte: sátira no canal #fisica no IRC-Brasnet)

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Pelo princípio da incerteza de Heisenberg, se você sabe a que velocidade está dirigindo, então você está perdido...
(fonte: http://www.hottopos.com/regeq2/secao_humor.htm)

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P: Qual é a distância de visibilidade que você tem em um dia ensolarado?
R: Uns 100 milhões de kilômetros... daqui até o Sol.
(fonte: Rob Z. rzhome@ANTISPAMdallas.net)

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P: Qual é o barulho que o elétron faz quando cai?
R: Planck.

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P:Qual é o barulho que o elétron faz quando arrota?
R:Booooohr.

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P: Como o átomo atende o telefone?
R: Próton?

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P: Por que não se pode comer um elétron?
R: Porque ele tem spin.

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P: Porque as estrelas não fazem miau?
R: Porque Astro no mia

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P: O que um fóton disse pro outro?
R: Eu estou cansado da sua interferência!
(fonte: mlund@moxtek.com (Dr. Mark W. Lund?))

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P: O que o próton disse para o elétron?
R: Hoje você está muito negativo.

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Dois elétrons condenados estão sentados em uma prisão.
O primeiro fala, "O que você fez para estar aqui?"
O outro responde, "Eu realizei uma transição proibida."

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Os buracos negros foram criados quando Deus dividiu por zero.
(fonte: joeshmoe@world.std.com (Jascha Franklin-Hodge))

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Quantas semanas tem um ano-luz?

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Um buraco negro é um tunel no fim da luz.
(fonte: Rudolf Rab rrab@primeline.net )

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T2 = 2 graus celius = 275.15 kelvin
T1 = 1 graus celius = 274.15 kelvin
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T2-T1 = 1 grau celius = 1 kelvin

=> 1 grau celius = 1 kelvin

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Um probabilidade é uma tentativa desesparada de que o caos se torne estável.
(fonte: nbuchana@gpu.srv.ualberta.ca (Norm))

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Escrito em algum lugar: Heisenberg pode ter estado aqui.

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-Procurado vivo ou morto : Gato de Schröedinger-

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"Aqui, gatinho, gatinho..." - Schrödinger
(obs: isto não é uma citação, é uma piada, tente entender :) )

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P: Qual é o método mais fácil de se verificar no seu dia a dia, o efeito Doppler na ótica ?
R: Durante a noite olhe os carros. Quando eles estão se aproximando a luz é branca ou amarela, e quando eles estão se afastando a luz que você vê é vermelha.
(fonte: kudlicki@hydra.astrouw.edu.pl (Andrzej Kudlicki))

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Aviso em uma porta de um laboratório de ótica.
- NÃO olhe para o laser com o olho que ainda lhe resta. -
(fonte: ian@iglou.com (Ian Ellis))

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DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DO FÍSICO

Autor anônimo

Consideramos esses postulados como intuitivamente óbvios, que todo físico(a) nasce igual, em primeira aproximação, e é dotado(a), pelo criador, de certos privilégios discretos, entre eles, uma vida média de repouso, n graus de liberdade e os seguintes direitos, que são invariantes sob todas as transformações:

I. Aproximar todos os problemas a casos ideais.

II. Usar cálculos de ordem de grandeza sempre que necessários (isto é, sempre que se der bem com eles).

III. Usar o rigoroso método da "acochambração" para resolver problemas mais difíceis que a soma de inteiros reais positivos.

IV. Desprezar todas as funções que divergem considerando-as "detestáveis" e "não-físicas".

V. Invocar o princípio da incerteza sempre que confrontado com matemáticos, químicos, engenheiros, psicólogos, dramaturgos e andere schweinhund.

VI. Usar "notações bastardas" onde a matemática convencional não funcionar.

VII. Justificar um raciocício furado com o argumento de que dá a resposta certa.

VIII. Escolher espertamente condições iniciais convenientes, usando princípio geral da trivialidade.

IX. Usar argumentos plausíveis no lugar de provas e, a partir daí, referir-se a esses argumentos como provas.

X. Considerar ato de fé qualquer princípio que pareça correto mas não possa ser provado.



(fonte: http://www.fisica.ufc.br/ogrilo7.htm)

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Atrito de fita adesiva gera raios X

Pesquisadores obtêm radiografia com pedaço de fita aderente.


por Susannah F. Locke


Pode parecer estranho ou até ser confundido com um trabalho escolar de ciências, mas não é: pesquisadores suspeitam que ao se desenrolar uma fita adesiva rapidamente podemos liberar radiação suficiente para obter uma imagem de raio X. Se essas descobertas forem confirmadas, poderão estabelecer as bases para um aparelho de raios X mais barato, que não requer eletricidade.



O pesquisador responsável, Carlos Camara, físico da University of California, em Los Angeles, relatou, para a Nature, que sua equipe obteve uma radiografia de um em uma chapa colocada atrás dele, desenrolando uma bobina de fita adesiva à sua frente.





Como isso é possível? Os pesquisadores observaram que a radiação é liberada quando a fita é descolada rapidamente de uma superfície. Camara explica: os elétrons saltam de uma superfície (como vidro ou alumínio) para a superfície aderente de um pedaço de fita recém-descolado, com velocidade tão alta que liberam radiação, ou energia ao se chocar contra o pedaço de fita.

Quando registrado por uma chapa radiográfica o resultado do processo é um raio X pouco nítido, como ocorreu com o osso do dedo indicador do físico Seth Putterman, chefe do laboratório onde a experiência foi realizada.

Aparelhos de raios X convencionais demandam componentes elétricos caros para criar o feixe de elétrons de alta energia, que atinge o alvo. Camara prevê um aparelho de raios X em que a fita adesiva possa ser desenrolada manualmente ─ e reenrolada, para ser utilizada novamente. Ele observa que os pesquisadores reutilizaram o mesmo rolo de fita várias vezes, sem qualquer alteração na qualidade do raio X. Infelizmente, ele lamenta, “seja pelo método tradicional ou com a fita adesiva, ainda precisamos da mesma quantidade de radiação para criar uma imagem com raios X”.



Não se preocupe com a radiação liberada pelo rolo de fita adesiva sobre sua mesa. Tanto no aparelho de raios X convencional quanto no caso da fita, os elétrons viajam sem se chocar com as moléculas de ar, dentro de uma câmara a vácuo; isso permite que liberem energia necessária para a produção de raios X. Normalmente, o nitrogênio, oxigênio e outros gases do ar, reduzem muito o movimento dos elétrons e a energia produzida só é suficiente para emitir uma suave luz azul, quase imperceptível.

Se você não acredita nesse resultado, verifique, por si mesmo, a propriedade chamada triboluminescência, desenrolando uma fita no escuro.



A Agência Reuters, de Washington, informou, em outubro passado, que pesquisadores haviam descoberto uma nova característica da fita adesiva transparente comum: ela produz raios X quando desenrolada. A notícia, veiculada pela Nature, confirma uma teoria de 1930, segundo a qual o processo de desenrolar fita libera energia não só na forma de uma centelha de luz visível, mas também de raios X.

Crianças brincando em locais escuros costumam observar faíscas de luz ao desenrolar fita adesiva. O fenômeno denomina-se triboluminescência e é produzido pelo atrito entre as superfícies.



Carlos Camara e seus colegas utilizaram uma máquina para desenrolar um rolo de fita no vácuo e conseguiram gerar raios X suficientes para visualização de ossos. “A fita deve estar no vácuo, mas a mão não,” explica ele.

“Se você desenrolar a fita nas condições ambientes, somente luz visível é observada. Não são gerados raios X”, detalha Camara. Isso ocorre porque os átomos e moléculas do ar reduzem a velocidade dos elétrons que produzem os raios X.

“Em geral, os responsáveis pelos raios X são sempre os elétrons que estão se movimentando muito rápido e, de repente, são freados. Ao serem separados, eles deslocam de um lado para outro da fita, produzindo um fenômeno parecido com uma minicolisão luminosa,” segundo Camara.



Essa propriedade pode ser usada para realizar fusão nuclear, propõem Camara e a sua equipe. Em princípio seria necessário apenas cerca de dez vezes mais energia que a produzida durante o experimento, asseguram.

A fita pode ser desenrolada ainda mais rapidamente para se melhorar a eficiência do processo. “É somente uma questão de energia. O experimento foi projetado para produzir raios X. Se conseguirmos melhorar sua eficiência de um fator 10, poderemos obter muito mais energia e a fusão será uma prova dessa quantidade de energia. Esse não seria o tipo de fusão nuclear que produz energia, ou uma explosão. Desenrolar a fita requerer o uso de mais energia que a produzida”, adverte.



“Obter fusão nuclear no laboratório não é tão difícil. Extrair mais energia que a introduzida para produzi-la, a partir da fusão nuclear, é o que é realmente difícil,” acrescenta.

Em 2005 a fusão nuclear foi obtida com equipamentos de dimensões reduzidas, mas utilizando eletricidade convencional, que requer mais energia que a liberada.


Fonte: Scientific American Brasil

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quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

skoool.pt: Ferramenta Educativa


O site skoool.pt é muito interessante, pois oferece recursos interativos orientados para facilitar o acesso à informação e ao conhecimento dos alunos e potencializar o trabalho dos professores. Ele é direcionado para as Ciências Naturais e Matemática.

Nele podemos ter acesso e fazer download dos passos de aprendizagem ilustrados de vários conteúdos e também simulações.
Visite: www.skoool.pt

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Marcelo Tas explica o Big Bang

video

O atual apresentador do CQC ajuda a desvendar os mistérios das partículas subatômicas em “O discreto charme das partículas elementares”. O programa, por enquanto, é único e vai explicar, entre outras coisas, o Big Bang. Aliás, a turma preparou um rap do LHC brasuca que já rola no YouTube.

Veja mais no site.

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O LHC

O LHC (Grande Colisor de Hádrons), acelerador de partículas mais potente já construído.

Poucas vezes se esperou tanto de um equipamento quanto do colossal acelerador de partículas construído ao longo da última década e meia, ao custo de US$ 8 bilhões. De suas entranhas, os cientistas esperam extrair nada menos do que os segredos da criação do Universo e da composição da matéria.

O acelerador está enterrado cem metros abaixo da superfície, numa caverna com a altura de um prédio de oito andares que forma um túnel circular de 27 quilômetros de extensão.
Ao longo desse túnel, entre milhares de quilômetros de fios e grossos canos, espalham-se 9,3 mil ímãs com a espessura de troncos de árvores, o tamanho de vagões de trem e pesando 35 toneladas cada.


Para resfriá-los, são usados 128 toneladas de hélio líquido. Por dentro dos ímãs, estendem-se dois tubos de vácuo. Em um dos tubos, um próton correrá em sentido horário. No outro tubo, um próton virá em sentido anti-horário. Acelerados a 99,99% da velocidade da luz, eles cruzarão um pelo outro 30 milhões de vezes por segundo.


Ao colidirem, 4 trilhões de elétron-volts de energia irão esmagá-los, libertando as partículas subatômicas. O objetivo da construção do complexo franco-suíço, que custou US$ 10 bilhões e é administrado pelo Cern (Organização Européia de Pesquisa Nuclear) é revolucionar a forma de se enxergar o Universo.Embora improvável, existe a possibilidade teórica de que a experiência produza um miniburaco negro. Mas não será amanhã, quando os cientistas apenas farão um conjunto de prótons percorrer um túnel de 27 quilômetros de extensão, revestido por ímãs, construído no subsolo da região de Genebra (a estrutura passa sob a fronteira com a França e depois volta para o território suíço, a mais de cem metros de profundidade). O teste servirá para assegurar que o acelerador está, de fato, funcionando.


A primeira colisão ainda pode levar alguns meses. Quando o equipamento estiver funcionando, cerca de 200 milhões de resultados de choques entre prótons serão armazenados e analisados com a ajuda de uma rede global de computadores de alta velocidade, que inclui, também, cientistas brasileiros. Três milhões de DVDs de dados anuais deverão ser obtidos nessas colisões.




Do blog: Alquimistas.com


Faça uma visita: http://alquimistascom.blogspot.com/2008/09/o-lhc.html


Fontes:


http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2170382.xml&template=3898.dwt&edition=10654&section=846
http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2169847.xml&template=3898.dwt&edition=10654&section=846
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u442867.shtml


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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

IYA2009

O que é IYA2009 ?

O Ano Internacional da Astronomia em 2009 comemora os 4 séculos desde as primeiras observações telescópicas do céu feitas por Galileu Galilei. Esta será uma celebração global da Astronomia e suas contribuições para o conhecimento humano. Será dado forte ênfase à educação, ao envolvimento do público e ao engajamento dos jovens na ciência, através de atividades locais, nacionais e globais.

A Astronomia é uma das ciências mais antigas e deu origem a campos inteiros da Física e da Matemática. Teve papel fundamental na organização do tempo e do espaço explorados pela humanidade. Forneceu as ferramentas conceituais para a astronáutica, para a análise espectral da luz, para a fusão nuclear, para a procura de partículas elementares. Os observatórios sempre estiveram na fronteira da óptica, da mecânica de precisão, da automação, da detecção e processamento de sinais. Hoje telescópios no solo e no espaço captam informações em todas as faixas do espectro eletromagnético, desde os raios-gama à ondas longas de rádio. Ela teve e tem profundo impacto no conhecimento e é uma das mais refinadas expressões do intelecto humano.
Há um século atrás, mal tínhamos idéia da existência de nossa própria Galáxia e hoje sabemos que existem centenas de bilhões delas no limite de visibilidade do Universo e revelamos sua desabalada carreira para todas as direções. Conseguimos medir com boa precisão a idade e a composição química do Universo. Descobrimos um verdadeiro “zoológico” de astros, variando entre densidades mais altas que a do núcleo atômico até mais baixas que o vácuo de laboratório e ambientes com temperaturas de bilhões de graus ao zero absoluto. O céu é um imenso e diversificado laboratório de Física. Mostramos que a vida na Terra está intimamente ligada às estrelas, através dos elementos químicos que elas produziram e da energia que fornecem.
Há poucas décadas, a Astronomia revelou que todas as formas de matéria e energia tratadas pela Física são apenas uma minúscula fração do Universo, dominado pela matéria e energia “escuras”. Não tínhamos meios de demonstrar que as outras estrelas constituem sistemas planetários como o nosso, e em poucos anos já catalogamos mais de 200 planetas extra-solares. Neste início de um novo milênio, nos colocamos um novo desafio, o de detectar vida em outros planetas e de verificar se ela é um produto de leis naturais da evolução da matéria, como prediz o evolucionismo, ou requer uma intervenção externa, como grande parte da humanidade ainda acredita. Qualquer que seja a resposta, o impacto no pensamento humano será enorme e isso pode ocorrer em poucas décadas.
O interesse do público pelo espaço cósmico nunca foi maior, colocando as descobertas astronômicas na primeira página da mídia. O Ano Internacional se propõe a satisfazer a demanda do público por informação e por envolvimento. Não só ao longo do ano de 2009, mas através da herança desta celebração, criando canais de comunicação, programas educacionais a longo prazo e engajando jovens na carreira científica.
A estrutura em rede, com “nós” locais, nacionais e globais permitirá compartilhar recursos e trocar experiências. Ela se tornará um portal onde público, educadores e pesquisadores encontrarão todos os recursos de Astronomia existentes. A definição de metas e objetivos e a avaliação dos resultados permitirão a criação de métodos eficientes de divulgação científica.
Fonte: Ano Internacional da Astronomia 2009

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Por Rodrigo Alhadef

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