Spiga

Antimatéria

Ela não existe! Mas existe! Rs...

Mas devastadora do que uma bomba atômica ela pode ser um "combustível" muito útil para as viages pelo espaço.

Todos sabem o que acontece quando matéria e antimatéria se encontram... elas se aniquilam.

No laboratório Fermilab, em Batavia, EUA, são usados imensos anéis magnéticos que aceleram partículas. Tornando a antimatéria um conceito cada vez mais real. Surgem partículas do avesso, que quase não existem em lugar algum do universo. Sem contar no fato de que ensino que elétrons tem cargas negativas e prótons positivas...rs... Em 1932, Carl Anderson descobriu elétrons positivos. Assim, pra cada partícula conhecida há uma antipartícula.

O avanço científico mostrou que não só o elétron tinha sua versão transformada mas todas as partículas - prótons, nêutrons e até os quarks - possuiam antipartículas.

Agora se matéria e antimatéria se "matam", como existimos? Como não voltamos a pura energia?

Na época do Big Bang, a explosão não produziu a mesma quantidade de matéria e antimatéria. Dã... ou não estaríamos aqui! Ainda não se sabe o que houve mas há pequenas diferenças entre matéria e antimatéria que fazem com que a cada milhão de antipartículas surjam um milhão e uma partículas. Com isso, é formado tudo que conhecemos.
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Fonte: Super Interesante Jan/2009
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Mais...
Antimatter: The Ultimate Mirror - Gordon Fraser, Cambridge University Press.
A Física de Jornada nas Estrelas - Lawrence Krauss, Makron Books
Rumo ao infinito - Salvador Nogueira, Ed. Globo.

1 comentários:

  vitor

27 de abril de 2010 16:32

Muito interessante comfirma o perfeito equilibrio existente em tudo, até nas menores particulas.
espero o sucecsso com o acelerador de particulas XD